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O presidente que joga contra

Dirigentes e atletas estão revoltados com o afastamento do zagueiro Paulo Miranda após a eliminação para o Santos na semi-final do Paulistão


A publicação que você está lendo agora foi escrita por um ser humano. E por favor, se houver algum erro, não afaste o jornalista do cargo. Afinal somos humanos, e como tais, erramos. Mesmo tendo em todos os momentos a intenção de fazer o melhor.

Pois é isso que acontece no São Paulo Futebol Clube quando um ser humano erra. Após uma tarde infeliz, onde falhou em dois lances na eliminação para o Santos na semi-final do Paulistão 2012, o zagueiro Paulo Miranda foi covardemente sacado pela diretoria do clube da concentração, às vésperas do duelo contra a Ponte Preta, pela Copa do Brasil. Uma verdadeira aula de humilhação e constrangimento.

Ora, se o treinador da equipe, responsável pela parte técnica, convocou o atleta para a partida, por que um dirigente que nunca calçou uma chuteira poderia interferir? E mesmo que fosse um pensamento correto afastar o trabalhador após uma falha, então por que o goleiro Denis também não foi afastado?

No futebol, especialmente entre os boleiros, a atitude tem nome e sobrenome. Trairagem das grandes.



O fato é que o afastamento de PM desencadeou um clima de revolta no elenco são paulino. A atitude inescrupulosa da diretoria prejudicou muito mais o elenco do que as falhas individuais do atleta. Contagiou um clima de tensão e revolta em todos os jogadores. Todos, sem exceção.

Como o capitão da equipe Luís Fabiano deixou claro em entrevista, os jogadores não gostaram do tratamento dado ao colega. E ainda houve uma indisposição momentânea dos jogadores com o técnico. Neste caso, Leão não teve culpa, mas diferentemente de outros tempos, preferiu manter o emprego às suas convicções. O general do elenco fugiu à luta.

E o resumo dessa história é evidente. Mais uma vez Juvenal Juvêncio mostrou o que é ser um dirigente perdedor. Jogou contra sua própria equipe. Segue fazendo como sempre fez nos últimos anos, brigando e perdendo. Foram diversos títulos que deixou escapar no comando do time do Morumbi pelo simples fato de dirigir sua equipe com a emoção de um torcedor.

Basta lembrar que no final do ano passado, após a perda da vaga na Libertadores, disse que o time inteiro seria trocado, pois se o treinador muda e o time continua o mesmo, é hora de mudar o time.

Agora fica a questão para o próprio presidente responder. E se mudar o treinador e o time, e continuar na mesma? Pode ter chegado a hora de mudar o alto comando do clube. Quem sabe assim o São Paulo Futebol Clube volte a seus tempos de glórias, de decisão estratégicas, de inteligência emocional, e acima de tudo, de títulos.

Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo

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